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[...]
Não soube mais viver depois de nós. Ninguém consegue substituir teu
nome, teu rosto, teu toque, tuas palavras prontas para meus delírios na
madrugada. Falávamos a sós – juntos. Não tínhamos mais segredos para
confessarmos, então criamos os nossos (esqueci para não entregar). Não
vivo mais, vagueio pelas nossas lembranças. Ainda não sei se morri de
amor ou de saudades. No final é quase a mesma coisa. Não te supero mais –
e não me importo.
— Cáh Morandi
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