O aprendizado do amor é silencioso , fica dentro da gente, cresce nos pequenos labirintos que temos e não enfrenta multidões . É doído quando se tem que fazer escolhas, é mais doído ainda quando se tem que fazer renuncias, não de coisas , nem de pessoas , mas de certos hábitos ou sentimentos por quem se quer por uma vida . Dor que não causa feridas , apenas alarga os caminhos e abre novos espaços para que ambos os sentimentos se acomodem, se conheçam, se aceitem e se tornem um.... Só quem ama entende..
Cecília Sfalsin
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Em algum lugar de mim, há uma menina juntando os brinquedos,
apagando a vela do bolo ou rezando para o anjo da guarda.
Do outro lado dela, há uma mulher jogando as cartas na mesa,
acendendo luzes na escuridão e ten...tando crer nas promessas do tempo.
Se me escondo mais na menina ou na mulher, pouco importa;
o lado mais fácil de me encontrarem será sempre o do avesso.
______________Aíla Sampaio
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Que você acredite nas infinitas possibilidades que nascem do destino. Que você usufrua as graças que recebeu.
Que você deixe a presença de Deus entrar em teu corpo e permita à tua alma a liberdade de cantar..., dançar, orgulhar-se e amar.
Amém."
________________Madre Teresa de Calcutá
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"Eu sou essa gente que se dói inteira porque não vive só na superfície das coisas. Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou".
__________________Marla de Queiroz
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Padre Fábio de Melo
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É a hora do vazio que fica pela imenso desejo do reencontro com o criador “ao cair da tarde” (obrigado, Rubem Alves!), é a hora do desespero silente, da nostalgia esmagadora, do encon...tro que já não acontece mais...
O pôr-do-sol me desnuda, me coloca só... sinto falta, sinto A falta, aquela que, ao encontrar, minha alma descansa tranqüila.
Mas vem também o medo... o fim da tarde anuncia a noite, e a noite, recheada pela ausência do encontro não realizado, traz a angústia, o pavor... daí justificam-se todas as rezas e orações feitas nesse horário... é o medo da solidão.
A noite é símbolo da morte, talvez por isso o “rogai por nós, agora e na hora da nossa morte” seja a oração a ser feita ao entardecer por aqueles que tem medo de morrer...
Hoje entendo porque o próprio criador se encontrava com o homem um pouquinho antes do anoitecer: pra que sua presença fosse sentida durante a noite.. . e o medo fosse embora... e ele dormisse tranqüilo.
Não foi à toa que um poeta, repleto dessa certeza escreveu que em paz ele se deitaria e dormiria... o poeta tinha a certeza da presença!
E é aí que brota a diferença... quem tem medo, faz a oração; quem tem a certeza da presença, mesmo ausente, faz poesia.
A poesia nasce da saudade, da ausência-presente, da certeza de que mesmo não visível, há algo de belo na noite... e isso só faz sentido quando o pôr-do-sol não é mais o prenúncio do abandono, mas a ausência tornada em poesia. É por isso que a noite é dos poetas e dos cantadores... eles nunca estão abandonados, mesmo quando solitários.
No coração do poeta há sempre o reencontro com a beleza, com o Criador, com as cores que ele, como pintor de palavras, transforma em versos...
O poeta não teme a morte que a noite traz... o poeta crê na ressurreição, por isso a noite não lhe mete medo, mas lhe inspira... por isso à noite é que os casais se enamoram ao luar... o amor dos namorados é o anúncio de que a vida sempre recomeça após a morte... é a ressurreição de tudo!
Não foi à toa que Nietzsche disse que “só onde há túmulos é que pode haver ressurreição”... é na ausência que nasce a saudade, e é na saudade que brota a poesia.
A saudade da vida que o dia muitas vezes apaga, mas que a noite traz com toda a força... é por isso que os jovens casais se encantam com a lua... ela reflete a luz perdida, do dia que foi embora... a lua é envolta no mistério...
E só há poesia onde há o mistério...
Já faz tempo que troquei a oração pela poesia... porque é nela que me reencontro com o Criador. É na poesia que, em mim, o verbo se faz carne... e o mistério se faz revelação!
José Barbosa Junior
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Fui costurado ponto por ponto.
Dedilhado e acariciado,
como se pintado fosse,
para aguardar a tua chegada.
...
Venha me buscar.
A janela também cansa de esperar.
E quando vieres poderá já não encontrar
o dedilhado do amor que cantei
em cada alinhavo que sonhei,
no encanto de cobrir-te de mim.
Lana Ribeiro
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"E a vida é essa sucessão de ciclos. Os que já nos trouxeram todo o aprendizado acabam para os novos começarem e trazerem mais lições.
Nos resta apenas fé e firmeza para abrir as asas e alçar vôo rumo ao que Deus preparou ao nosso coração."
Vanessa Haas
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Denise Portes
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As vezes temos fome de pão... noutras, temos fome de amigos, mas quase "sempre", temos fome de amor.
Luandrade
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Que honremos o fato de ter nascido, e que saibamos desde cedo que não basta rezar um Pai- Nosso para quitar as falhas que cometemos dia...riamente. Essa é uma forma preguiçosa de ser bom. O sagrado está na nossa essência, e se manifesta em nossos atos de boa-fé e generosidade, frutos de uma percepção profunda do universo, e não de ocasião. Se não estamos focados no bem, nossa aclamada religiosidade perde o sentido.
Que estejamos sempre abertos, se não escancaradamente, ao menos de forma a possibilitar uma entrada de luz pelas frestas. Que nunca estejamos lacrados para receber o que a vida traz. Novidade não é sinônimo de invasão, deturpação ou violência. Acreditemos que o novo é elemento de reflexão: merece ser avaliado sem preconceito ou censura prévia.
Que tenhamos com a morte uma relação amistosa, já que ela não é apenas portadora de más notícias. Ela também ensina que não vale a pena se desgastar com pequenas coisas, pois no período de mais alguns anos estaremos todos com o destino sacramentado, invariavelmente. Perder tempo com picuinhas é só isso, perder tempo.
Que valorizemos nossos amigos mais íntimos, as verdadeiras relações pra sempre.
Que sejamos bem-humorados, porque o humor revela consciência da nossa insignificância – os que não sabem brincar se consideram superiores, porém não conquistam o respeito alheio que tanto almejam. Ria e engrandeça-se.
Que o mar esteja sempre azul, que o céu seja farto de estrelas, que o vinho nunca seja proibido, que o amor seja respeitado em todas as suas formas, que nossos sentimentos não sejam em vão, que saibamos apreciar o belo, que percebamos o ridículo das ideias estanques e inflexíveis, que leiamos muitos livros, que escutemos muita música, que amemos de corpo e alma, que sejamos mais práticos do que teóricos, mais fáceis do que difíceis, mais saudáveis do que neurastênicos, e que não tenhamos tanto medo da palavra felicidade, que designa apenas o conforto de estar onde se está, de ser o que se é e de não ter medo, já que o medo infecciona a mente.
Que nosso Deus, seja qual for, não nos condene, não nos exija penitências, seja um amigo para todas as horas, sem subtrair nossa inteligência, prazer e entrega às emoções que nos fazem sentir plenos.
A vida é um presente, e desfrutá-la com leveza, inteligência e tolerância é a melhor forma de agradecer – aliás, a única.
Martha Medeiros
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domingo, 26 de outubro de 2014
Inventa história e pinta o coração com melodia de paz.
É anjo que Deus envia para renovar nossa fé, nossa esperança,
para que a gente cuide da saúde e da alma.
...
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sábado, 25 de outubro de 2014
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quinta-feira, 23 de outubro de 2014
O amor vem com a maturidade emocional. É preciso estar preparado para a chegada dele, por isso eu disse que é preciso se apaixonar muito para amar. O amor é bem diferente. Ele não causa transtornos psicológicos. A paixão é a escola para o amor. Mas com o amor vivemos estudando. E essa é a grande graça da vida: nunca deixarmos de aprender.
Clarissa Corrêa
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Nesse cheiro de mato,nos confins de um destino ,é o molhar do orvalho quem vê meus passos. Manhã de cerração me cobrindo, apressa um sol por nascer: é minha vida me chamando pra viver. Não tão só,me arrumo ao espelhar do olhar da criação: é minha saudação, meu café. Em minha volta, nem monumento nem luxo. Sou de alvorada e crepúsculo. Tenho quase nada, mas possuo quase tudo.
Patrícia Vicensotti
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"Escolho a ousadia ao conforto das algemas, prefiro a dura liberdade. Voo com meu par de asas tortas, sem o tédio da comprovação. Opto pela loucura, com um grão de realidade: meu ímpeto explode o ponto, arqueia a linha, traça contornos para os romper. Desculpem, mas devo dizer: eu quero o delírio."
Lya Luft
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"Eu sou uma pessoa definitivamente estranha... eu sinto com toda alma e me entrego, eu dou valor às pessoas e espero um amanhã melhor do que o hoje, eu não julgo escolhas e tenho medo de gente que tem certeza das coisas, (...) eu consigo rir e chorar com a mesma força e verdade e fazer os dois muitas vezes ao mesmo tempo, e por mais que eu me procure quase nunca me encontro, não gosto de conversas sérias, não gosto de levar tudo na brincadeira, gosto muito de ouvir pessoas, tenho uma fé inabalável em Deus e uma força que me impulsiona, eu sou livre de preconceitos e não me importo com a opinião de ninguém, geralmente quando eu estou feliz não tem porquê, eu tenho mania de olhar pro céu, nos meus pensamentos não existem verdades absolutas e nem sentimentos imutáveis no meu coração!"
Nancy Medina
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
"O solo precisa da semente, e a semente precisa do solo. Um não tem sentido sem o outro. O mesmo se passa com os seres humanos. Quando o conhecimento masculino se une com a transformação feminina, está criada a grande união magica que se chama sabedoria"
" Sabedoria é conhecer e transformar "
Brida - página 70 - Paulo Coelho
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Mas não tem importância, hoje trato de aproveitar cada segundo ao seu lado, gravando na pele a sensação de seu corpo arredondado, sua risada farta e barulhenta, o toque de suas mãozinhas no meu cabelo_ que você insiste em arrumar num rabo de cavalo lateral_ ,seu cheiro principalmente quando corre e fica com o cabelinho suado, sua respiração profunda quando adormece. Essas são minhas relíquias, tesouros escondidos numa porção extensa do coração, consolo para os dias ruins e saudades futuras.
Nunca mais fui a mesma depois que te conheci. Antes pulava de paraquedas, hoje deduzo os riscos do carrinho de bate bate. Tinha as unhas feitas, ultrapassava os carros pela direita e ia ao shopping pensando só em mim. Achava que sabia o que Cazuza cantava nos versos "Ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida..." mas só depois de amamentá-lo por dez meses pude entender acerca de amor incondicional e saber ser o sustento de alguém...
[Do texto "A mamãe é meu remédio,
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O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro del...a e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.
O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.
É que a memória é contrária ao tempo. Nós temos pressa, mas é preciso aprender que a memória obedece ao próprio compasso e traz de volta o que realmente importou, eternizando momentos.
Crianças têm o tempo a seu favor e a memória muito recente. Para elas, um filme é só uma animação; uma música, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade...
[Do texto "O que a memória ama, fica eterno;
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Viver é sentir dor, desamparo, solidão, insegurança _ Desejo também.
Desejo e amor nem sempre caminham juntos. O amor nos protege do desejo.
O desejo aguça os sentidos, afasta a ...lucidez, desarma as defesas.
O amor consola, dá colo, protege.
O início é sempre desejo. Mas o tempo diminui o compasso, tranquiliza as batidas, protege da dor. O amor chega para acalmar a pele que transpira, o coração que acelera, a mente que inventa. De repente nos sentimos seguros de novo, em paz, em casa.
Quando amamos tudo é familiar. Reconhecemos o cheiro, a mania de encolher os ombros quando não entende alguma coisa, o gosto, o toque. Conhecemos os detalhes encobertos, as histórias que ainda comovem, a intimidade habitual. Compartilhamos memórias, sonhos, construções. Aprendemos o momento de falar, o de calar. Conhecemos o território proibido_ aquele onde só devemos pisar com pantufas de algodão_ , ficamos experts em matéria de afinidades.
O amor traz segurança.
A segurança trai o desejo.
O desejo é companheiro da dúvida, do não saber, do querer o que não se tem.
O desejo é inseguro, vasculha emails em busca de provas, fica na extensão, abre agendas, bolsas e celulares em busca de pistas. O desejo desconfia, arde em ciúmes, briga com o bom senso, rompe com a razão.
O casamento nos protege do desejo, traz de volta a lucidez, reconhece o que é eterno.
Mas viver um casamento sem desejo é como crème brûlée que esqueceu de ser flambado: doce e desbotado, calmante e pouco excitante, nutritivo e pouco atraente, leve e nada tentador. Não acontece de fato, desfalece sem fazer barulho, acomoda-se com consentimento silencioso, renuncia a si mesmo, renega sua origem, denuncia a ausência, resigna-se com o remediado, morre sem esperança.
O segredo está no mistério. Não precisa causar dúvidas, estranhamentos, conspirações... Uma pontinha de enigma basta. Deixa uma fagulha de desconhecimento que atormenta, aguça os sentidos. Como fogo que consome o pavio na última esperança de voltar a ser fogueira, a dúvida tem que permanecer, a intimidade tem que revelar sem escancarar, o olhar tem que permitir indagações.
Casamento não pode ser sinônimo de ócio, preguiça, conformidade. O amor se acomoda no que é seguro, mas a vida é dinâmica, incessante, fugaz. O amor acomodado sobrevive na rotina e o desejo corre riscos. Corre o risco de se sentir vivo fora dali, de ser mais tragédia e menos drama, de ser mais discussão e menos entendimento, de ser mais carne e menos pijama de flanela.
Um casamento precisa mais do que o amor companheiro que acalma, compreende, dá colo, carinho e proteção. É preciso conhecer e desconhecer, reconhecer e assustar-se com a novidade que chega sem avisar, compreender e indignar-se com o que não percebeu.
Renovar os votos é tentar ser menos conhecido, é se fazer diferente para atiçar a dúvida, é discutir para provocar mais amor, é descobrir-se você mesmo quando os dois já se tornaram um, é ir embora para depois voltar, é gritar para tentar recomeçar, é ser menos compassivo e mais passional, é criar momentos de intimidade consigo mesmo longe do outro, apaixonar-se por um hobby, afastar-se para a falta ser sentida.
Renovar os votos é entender que nada é definitivo e ninguém é totalmente decifrável.
Mesmo o casal de velhinhos que encontrou a transformação do amor em ternura, sabe que o amor é parceiro da felicidade, mas o desejo é o fogo do maçarico que flamba a vida...
[Fabíola Simões, texto "Crème Brûlée",
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quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Muito além dos ventos súbitos que balançam as relações por desconfiança, existe aquele sentimento que demonstra carinho, necessidade de atenção e afeto, medo de perder ou ser preterido. É o tipo de ciúme que permeia as relações sadias entre pais e filhos, irmãos, parceiros de teto e afeto, amigos. É ciúme que cobra, mas também demonstra que o outro faz falta. É ciúme que exige explicação, mas no fundo necessita de atenção.
É ciúme do tempo que passa afobado e leva a infância e a velhice de jeito precipitado. É ciúme de estar longe querendo estar perto; de ser sentido; de fazer sentido...
[Fabíola Simões, A Soma de todos os Afetos]
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Por várias razões, conhecidas ou não, às vezes aprendemos desde muito cedo a diminuir, gradativamente, o seu volume e a inventar ru...ídos que nada tem a ver com ela para nos relacionarmos com nós mesmos e com os outros.
Até que chega um tempo em que desaprendemos a entrar no nosso próprio coração para ouvi-la e, porque não passeamos mais nele não a ouvimos mais... "
___________Ana Jácomo
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Chame-o Pureza, mas não o julgues ingênuo nem santo.
Apenas dê graças...por tão inacreditável inquilino.
Anjo sem asas, que apesar dos reinos de ódio que se multiplicam...
Ainda insiste que o amor triunfará.
E... nos fará voar...acima dos limites da razão.
Tão poderoso e destemido esse pedacinho dos céus em ti!
Insistente, desafiando teu desânimo...
Mostrando que lá, depois daquela nuvem cinzenta...vê?
Tem uma esperança sempre viva, pra chamar de lar...
Há um anjo aí dentro que não desiste de ti.''
Giovanna Stadnicki
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quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Gosto de sentir a chuva no rosto mas prefiro meus pés bem secos dentro dos sapatos. Então vejo a água desabando do céu pelos vidros da janela e absorvo num suspiro e de olhos fechados o cheiro da grama que acabaram de cortar, é como um afago.
E quando a chuva pára, vem o arco-íris que tem codinome esperança. A ...sensação é a mesma que acordar depois de uma noite insone com o telefone tocando trazendo boas notícias.
E a cada novo dia a imensa vontade de vencer sem nem saber por onde começar. O recomeço é um enigma a ser decifrado, a pele que deve ser trocada, sentimentos reciclados e novas posturas são adotadas quase que por instinto e isto não tem nada a ver com o tempo, a não ser com o nosso tempo de dentro. Esse mesmo tempo que desvenda segredos e faz revelações, nos faz aprender e desconstruir velhos ideais.
O nosso tempo de dentro faz o tempo de fora ser bom ou ruim.
Só depende de você,
de mim.
Dulce Miller
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
De encontrar tudo que sempre quis, mas não conseguir estar junto da pessoa, ou nem mesmo tê-la visto antes.
Às vezes dura um dia, outras um ano.
Também pode passar amanhã, ou durar uma vida, ou simplesmente desaparecer com o tempo.
O coração pode ser idiota, mas muitas vezes, e...le escolhe as pessoas por alguma razão, além da aparência, além de tudo que somos, além, até mesmo, da vida.
Não somos eternos, os sentimentos são.
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