Nesse cheiro de mato,nos confins de um destino ,é o molhar do orvalho quem vê meus passos. Manhã de cerração me cobrindo, apressa um sol por nascer: é minha vida me chamando pra viver. Não tão só,me arrumo ao espelhar do olhar da criação: é minha saudação, meu café. Em minha volta, nem monumento nem luxo. Sou de alvorada e crepúsculo. Tenho quase nada, mas possuo quase tudo.
Patrícia Vicensotti
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
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