vida que vive
Meu peito está que não cabe em mim.
Como uma lua cheia disputando espaço com meu coração. A felicidade gosta de ocupar nosso peito. Ela fica bailando ao som do ar que farfalha nossos pulmões. O retumbar do coração é samba que saltita os pés da felicidade.
Assim estou. Pelos sonhos dos meus amigos que se concretizam, por inspirações que ganham forma. Pelos sonhos que ainda serão sonhados....
Estou feliz por tanta gente hoje.
Meu peito também está vazio de alegrias hoje.
O silêncio não houve o coração. É um silêncio de dor. Dor pelos sonhos que deixaram de sonhar, pelos sonhos que ficarão nem sei por quanto tempo adormecidos.
Meu peito dói pelo sonho de um moço nas terras quentes da Bahia que sonha em ser pai.
Meu peito dói pelo sonho da moça das terras frias do sul que sonha em ser mãe.
Meu peito silencia todas as palavras que eu queria dizer para um alguém que hoje ouvirá a campainha soar. E não haverá o que fazer senão abrir. A visita? A morte.
Apesar de todos os cartões de felicitações que recebi nas datas festivas e ainda receberei, a vida não é de sempre felicidade, sorrisos, alegrias, caminho de flores.
A vida é somente e intensamente vida.
Hoje gostaria de chorar sufocando os soluços, os grunhidos de dor no travesseiro que já não tenho de paina. Aquele que não tenho mas me faz lembrar Tina, amiga da roça que se foi.
Hoje soltaria a minha cabeça pesadamente no travesseiro que paina que já não tenho olhando para o teto e gargalhando alto a alegria dos meus amigos, as luzes de natal decorando as casas.
Meu peito está assim cheio de vida.
Meu peito está que não cabe em mim.
Como uma lua cheia disputando espaço com meu coração. A felicidade gosta de ocupar nosso peito. Ela fica bailando ao som do ar que farfalha nossos pulmões. O retumbar do coração é samba que saltita os pés da felicidade.
Assim estou. Pelos sonhos dos meus amigos que se concretizam, por inspirações que ganham forma. Pelos sonhos que ainda serão sonhados....
Estou feliz por tanta gente hoje.
Meu peito também está vazio de alegrias hoje.
O silêncio não houve o coração. É um silêncio de dor. Dor pelos sonhos que deixaram de sonhar, pelos sonhos que ficarão nem sei por quanto tempo adormecidos.
Meu peito dói pelo sonho de um moço nas terras quentes da Bahia que sonha em ser pai.
Meu peito dói pelo sonho da moça das terras frias do sul que sonha em ser mãe.
Meu peito silencia todas as palavras que eu queria dizer para um alguém que hoje ouvirá a campainha soar. E não haverá o que fazer senão abrir. A visita? A morte.
Apesar de todos os cartões de felicitações que recebi nas datas festivas e ainda receberei, a vida não é de sempre felicidade, sorrisos, alegrias, caminho de flores.
A vida é somente e intensamente vida.
Hoje gostaria de chorar sufocando os soluços, os grunhidos de dor no travesseiro que já não tenho de paina. Aquele que não tenho mas me faz lembrar Tina, amiga da roça que se foi.
Hoje soltaria a minha cabeça pesadamente no travesseiro que paina que já não tenho olhando para o teto e gargalhando alto a alegria dos meus amigos, as luzes de natal decorando as casas.
Meu peito está assim cheio de vida.



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