quinta-feira, 27 de agosto de 2015

"Venho da paz que sou, nutro, trago e tenho.
Dos silêncios que faço e que me fazem.
Da ausência de coisas que não me preenchem
E de pessoas que nem me dizem e nem me ouvem.
Dos finais onde sempre me recomeço...
E dos vazios que são minha plenitude.
Venho das sementes que acolho
E dos ventos que me carregam.
Das tempestades que me assustam
E das bênçãos que elas trazem.
Dos sóis que brilham entre as nuvens dos meus pensamentos,
com toda sua magnitude.
Venho de sempre partir.
De todos os dias e de todos os momentos.
E só assim de fato existir."

*Udar*

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