Pendura o coração ao sol, menina, que é de luz que se alimenta esse músculo que estica e rasga e se arrebenta. Sangra, arde, dói, mas não aguenta bater sem cor, sem lágrima, sem céu, sem nuvem, sem vento. Levanta o olhar e vê. E, quando você menos perceber, tum tum tum tum tum tum tum. Ele vive.
| André Gonçalves |
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)



0 comentários:
Postar um comentário