PEDRAS QUE FALAM
Sou assim, um pedaço de território que ama esta maravilhosa preservação da nossa autenticidade, sou assim, um pedaço de história mergulhado na ruralidade. Amo amar esta terra doce salpicada por um mar salgado, amo enrolar-me nas teias da verdade que nos carateriza, amo saborear o toque das mãos lusitanas que resistiram à fuga e aos sinais dos tempos, amo sentir este amor que tantos e tão bons portugueses aqui eternizaram em mim. Sou um monte de pedras encaixa...das, dirão uns, sou um diamante disfarçado de simplicidade que não se vende, não se troca, não se multiplica, sou a riqueza daqueles que vivem para sentir e dos que sentem para viver, sou assim uma simples aldeia repleta de um monte de pedras onde os teus olhos brilham e a minha alma canta, onde tudo se engrandece perante a portucalidade que nos encanta.
Sou assim, um pedaço de território que ama esta maravilhosa preservação da nossa autenticidade, sou assim, um pedaço de história mergulhado na ruralidade. Amo amar esta terra doce salpicada por um mar salgado, amo enrolar-me nas teias da verdade que nos carateriza, amo saborear o toque das mãos lusitanas que resistiram à fuga e aos sinais dos tempos, amo sentir este amor que tantos e tão bons portugueses aqui eternizaram em mim. Sou um monte de pedras encaixa...das, dirão uns, sou um diamante disfarçado de simplicidade que não se vende, não se troca, não se multiplica, sou a riqueza daqueles que vivem para sentir e dos que sentem para viver, sou assim uma simples aldeia repleta de um monte de pedras onde os teus olhos brilham e a minha alma canta, onde tudo se engrandece perante a portucalidade que nos encanta.
Aldeia: Monsanto
Texto: Paulo Costa
Texto: Paulo Costa



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