A distância, que não pode ser ignorada, requer dos dias, paciência que nunca temos. É que o amor fala mais alto, aliás, ele grita forte com o desejo de aproximação dos nossos corpos. A única resposta é a saudade besta. A saudade do que é nosso. E nesse breu de noites frias navegamos sozinhos, desejosos que o nosso caminho se cruze de novo, nessa imensidão do céu. Acreditamos que habitamos no mesmo espaço. É melhor pensar assim, ou nunca mais fluiremos no mesmo sentimento.
Ita Portugal
domingo, 24 de maio de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)



0 comentários:
Postar um comentário