domingo, 14 de dezembro de 2014

Distante do que quero está o que possuo. Este mínimo esmiuçado perambula diante do meu olhar aquietado. Sou o descanso eterno nesta fração de tempo. Meu querer é silencioso e não causa alarde. Apenas arde em processo de doer. Sulca com dolorida força o interior da carne, mas não gera gritos. Apenas promulga palavras.

| Pe. Fábio de Melo - Silêncio |

0 comentários:

 
Caminhos © 2007 *Feito por Templates para Você*