Penso naqueles que passam pela minha vida,
aos que permanecem e que com isso a clareiam…
Não me pergunto, nem me preocupa, o tempo que ficarão.
A mão está aberta, para que fiquem, enquanto for essa a escolha sentida.
Se ganhei mais, se perdi menos, ou vice.versa, não é relevante.
Importa que tenham feito parte de mim, o suficiente, para os trazer dentro.
Sou grato por isso.
| Luís Santos |
sábado, 30 de agosto de 2014
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