Distante do que quero está o que possuo. Este mínimo esmiuçado perambula diante do meu olhar aquietado. Sou o descanso eterno nesta fração de tempo. Meu querer é silencioso e não causa alarde. Apenas arde em processo de doer. Sulca com dolorida força o interior da carne, mas não gera gritos. Apenas promulga palavras.
| Pe. Fábio de Melo - Silêncio |
sábado, 30 de agosto de 2014
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