Acho que é mais do que ausência: é falta. A ausência, mal ou bem, sempre está por perto e sabe se fazer presente. A falta, não. É saudade morta. Um buraco profundo, talvez uma cova infinita que só a terra jogada pelas suas mãos, ausentes, conseguem tapar.
[saudade morta; antônio]
segunda-feira, 14 de abril de 2014
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