Morro de medo de não dar conta, de cometer os mesmos erros do passado, de não conseguir segurar a onda, de não saber o que fazer ou como agir, de perder o controle e o sentido, de ser covarde, de não ter força o suficiente, de não achar nada que me acalme , de esquecer de aproveitar os pequenos e intensos momentos que a vida traz todos os dias.
No fim das contas acho que morro de medo da vida.
Clarissa Corrêa
sexta-feira, 14 de março de 2014
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