quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Tenho bem pouco a pedir...só basta que não me falte o gosto pelos abraços...esses refúgios de cura, nos quais por alguns momentos nos sentimos indestrutíveis! E como isso é bom! E porque existem tantas dores que se arrastam de velhos tempos, em tanta gente, que o novo ano as compense com mais vontade de dar e receber longos e reconfortantes apertos de esperança!

Gi Stadnicki

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