"Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido,
aquele que ela mais amava. E ela, deixando entrever um sorriso,
respondeu: "Nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, lhe
respondo: o filho dileto, aquele a quem me
dedico de corpo e alma... É o meu filho doente, até que sare. O que
partiu, até que volte. O que está cansado, até que descanse. O que está
com fome, até que se alimente. O que está com sede, até que beba. . O
que está estudando, até que aprenda. O que está nu, até que se vista. O
que não trabalha, até que se empregue. O que namora, até que se case. O
que casa, até que conviva. O que é pai, até que os crie. O que prometeu,
até que se cumpra. O que deve, até que pague. O que chora, até que
cale. E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou: O
que já me deixou... ...até que o reencontre..."
(Desconheço autoria)
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
filho
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