Vou
ficar nas palavras não ditas, nos rasgos de sedas não feitos, nas
curvas das esquinas não dobradas, naquela folha em branco, que esteve em
suas mãos e nunca mereceu o punho...
Naquele tédio tamanho que era o
porto que me segurava e eu, deixei por um deslize da mente, uma
insanidade do coração, um grito que pulsava na garganta seca e fazia
outono naquela estação...
Simone Resende
domingo, 17 de novembro de 2013
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