O
poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê.
Há pai que nunca viu o próprio filho, marido que nunca viu a própria
mulher. Isso exige muito. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia. É por aí
que se instala no coração o monstro da indiferença.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
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