Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse:
– Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A
quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar
mais inteiro ao convívio, às tantas frases, às tarefas, aos amores.
lya luft
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
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