Eu gosto de gente onde eu posso caber.
De gente de peito aberto, sorriso esperto, coração liberto.
Gente pra mim não tem muros: é casa espaçosa, com jardim de grama
verdinha, borboleta batendo asa e cachorro fazendo festa no quintal.
Gente pra mim é luz acesa, é porta sem tranca, é janela com vista pro mar.
Verônica Fantoni —
terça-feira, 26 de novembro de 2013
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