Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto
em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos
ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter
meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes.
Caio Fernando de Abreu
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
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