domingo, 1 de setembro de 2013

Debrucei-me no parapeito e o meu inimigo, após tantos anos, continuava estendido na calçada com o olhar fixo nas estrelas, não sei se contava quantas havia no céu, ou se buscava, dentre todas que brilhavam, a que ele abandonara, para impelido pela inveja, perder o tempo tentando apagar a que flamejava para mim.

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