"Quando entramos no mundo da compaixão acreditamos que há em nós algo maior que nós. O inimigo não é simplesmente o outro, no exterior. O inimigo, às vezes, é uma parte de nós mesmos, são lugares de nós que não amamos e este inimigo também precisa ser amado. Não com um amor de complacência mas com o reconhecimento da diferença, daquilo que nos custa aceitar."
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