“Para a maioria das pessoas, ela mal chegava a
ser visível. Uma pessoa não especial. Com certeza, tinha excelentes
habilidades como pintar. Sua habilidade musical era superior à média.
Mas, de algum modo, e tenho certeza de que você deve ter
conhecido gente assim, ela conseguia parecer uma simples parte do
cenário, mesmo quando estava na frente de uma fila. Vivia apenas por
ali, sempre. Indigna de nota. Não era importante nem particularmente
valiosa. O frustrante nessa aparência, como se pode imaginar, era ela
ser completamente enganosa, digamos. Decididamente, havia valor nela, e
isso era despercebido.”
— A Menina que Roubava Livros.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
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