"O amor era suave e tinha um jeito de penetrar
sem invadir, de libertar no abraço. O amor não era mais aquela insônia,
mas sonho bom na entrega ao desconhecido. O amor não era mais a
iminência de um conflito, mas uma confiança na vida. E, pela primeira
vez, o amor não carregava resquícios de abandono, pois havia descoberto:
o amor estava ali porque ambos estavam prontos. O tempo estava certo."
Marla de Queiroz
sexta-feira, 14 de junho de 2013
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