“Então
ela chorou. Todos compreenderam seu choro, e não perguntaram nada, nem
tentaram consolá-la. Os traços de seu rosto pareciam desfazer-se com as
lágrimas. Mas os ombros não tremiam, e não havia nenhuma contração em
sua boca, nenhum som em sua garganta. Sem revolta, ela aceitava. E
chorava pela perdição de aceitar o que não pode ser modificado.”
— Caio Fernando Abreu.
terça-feira, 18 de junho de 2013
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