terça-feira, 25 de junho de 2013

“A coisa mais certa que já me disseram foi que deus morava dentro da gente. Bateu com o que eu sentia. Eu sempre me senti um pouco deus, deus de mim, queria estar em todos os lugares, fazendo todas as coisas, partilhando o ar com quem fosse, mendigo ou patrão, anjo ou patife, belo ou esquisito, ruim ou bom, puta ou donzela. O que me mata é a mentira, não o palavrão. O que me suscita é o desajuste, e não a convenção. Minha loucura é uma estrada, e não uma condição.”
— Gabito Nunes.

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