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“A
coisa mais certa que já me disseram foi que deus morava dentro da
gente. Bateu com o que eu sentia. Eu sempre me senti um pouco deus, deus
de mim, queria estar em todos os lugares, fazendo todas as coisas,
partilhando o ar com quem fosse, mendigo ou patrão, anjo ou patife, belo
ou esquisito, ruim ou bom, puta ou donzela. O que me mata é a mentira,
não o palavrão. O que me suscita é o desajuste, e não a convenção. Minha
loucura é uma estrada, e não uma condição.”
— Gabito Nunes.
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