sexta-feira, 31 de maio de 2013

“Não ignoro o sofrimento. Não banalizo as dores que a gente sente, que não são poucas (…) Mas, eu acho que, à parte os embaraços do caminho, quando a gente se fecha para a beleza do mundo, a vida fica insípida. Quero continuar a ter esse olhar capaz de se encantar com coisas que vê mesmo quando, particularmente, a minha história se torna difícil de ser lida… Os problemas continuam, mas o coração ganha um doce que muitas vezes nos ajuda a temperar os amargos.”

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