Eu te dedico as minhas linhas. Eu te escrevo nas
entrelinhas. Entre-tortas. Entre-minhas. Eu te sinto entre o suspiro e a
pausa de um texto. Entre as reticências. A exclamação. No meio da
frase. No início de um escrito. Entre o início e o meio. Entre saudades e
afeto. É lá que você fica. É de lá que você me envia uma infinidade de
coisas. De sentires. De gostares. De estares. De seres. Deve ser por
isso que eu nunca te escrevo no fim.
Bibiana Benites
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