ABSTRACÇÃO
Por vezes, quando estou longe,
sinto que perco parte do que tenho, do que sou, de mim. Fecho os olhos e
imagino o cheiro das tuas ruas, o sabor das tuas entranhas, a
serenidade do teu silêncio. Por vezes quando estou longe sinto que
o meu amor por ti aumenta, não porque não consiga estar longe de ti mas
porque, simplesmente, não conseguiria viver fora de ti. Não és apenas a
minha aldeia, és vida que me corre na veia da alma, és o que sou e
sinto que sou o que és. Parece complexo, mas quem vive no lugar onde
nasceu sabe que por mais que conheça não viverá nunca o que ali viveu.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
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