"O amor era suave e tinha um jeito de penetrar
sem invadir, de libertar no abraço. O amor não era mais aquela insônia,
mas sonho bom na entrega ao desconhecido. O amor não era mais a
iminência de um conflito, mas uma confiança na vida.
E, pela primeira vez, o amor não carregava resquícios de abandono, pois
havia descoberto: o amor estava ali porque ambos estavam prontos. O
Tempo estava certo”"
ზ Marla de Queiroz
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
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