“Uma vez, uma amiga minha, mulher feita já, com mais de
30 anos, tinha ido com a irmã visitar um tio ao hospital e ele,
repentinamente, faleceu na presença das duas. Elas ficaram sem ação.
Viraram-se uma para a outra e a minha amiga disse: Precisamos chamar um
adulto. Quando ela me contou, nos fartamos de rir, mesmo entendendo essa
sensação de orfandade. Na verdade, não importa que idade tenhamos, há
sempre um momento em que é preciso chamar um adulto."
Martha Medeiros
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