**J. G. de Araújo Jorge**
Ela veio... ( E a minha alma tinha a porta
aberta, e ela entrou ... Casa vazia
e estranha, esta que em plena luz do dia
lembrava a tumba de uma noite morta...)
Que ela havia chegado eu nem sabia ...
Mas, pouco a pouco, e a data não importa,
minha alma, por encanto, se conforta,
e há risos pela casa ... e há alegria...
Quem abrira as janelas? Quem levara
o fantasma da dor sempre ao meu lado?
Os antigos retratos, quem rasgara?
E acabei por fazer a descoberta :
— ela espantara as sombras do passado
e a luz entrara pela porta aberta !
quinta-feira, 27 de maio de 2010
a luz
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